No último livro do autor americano, Dan Brown (que escreveu entre outros "O Código Da Vince") apresenta ao mundo leigo e profano, a novíssima pseudo ciência "noética". Quem leu ou lerá o livro sabe que, na trama, a professora Katherine Solomom (irmã do Peter Solomon cujo desparecimento misterioso é a coluna vertebral do livro) é uma renomada cientista especializada nesta "ciência noética". No transcorrer da trama vamos tendo informações esparssas sobre a chamada ciência, mas sem um aprofundamento que dê ao leitor uma ideia mais clara sobre a que ela se dedica.
Segundo a Wikipédia a ciência noética (do grego nous: mente) é um ramo da filosofia metafísica que trata do estudo da mente e da intuição, e sua relação com o intelecto divino.
Entre seus objetivos principais podem-se citar o estudo de uma forma não-racional de conhecimento e como ela se relaciona com a razão.
Compreende um estudo interdisciplinar da mente, da consciência e de diversos modos de conhecimento, com foco especial nos campos da ciência, saúde mente-corpo, psicologia (transpessoal, integral e tradicional), artes, ciências da cura (terapias holísticas), ciências sociais e espiritualidade.
Na tradição ocidental, a teoria noética foi fortemente influenciada pelas teorias de filósofos como Platão e Aristóteles. Nos dicionários modernos, “noética” é geralmente definido como significando “intelecto”, enquanto noesis é traduzida como “insight”.
Esta prática deriva de filósofos e teólogos medievais que usaram a palavra em latim intellectus - significando “intuição”. São Tomas de Aquino desenvolveu uma teoria da inteligência em sua obra “De unitate intellectus” e “Summa Theologica” de um ponto de vista da filosofia cristã.
A ciência noética não deve ser confundida com Misticismo. O misticismo procura se conectar com o sobrenatural através da filosofia, fé e experiência religiosa. Já a noética é uma ciência, isto é, utiliza o método científico para testar as teorias. Procura explicar fenômenos paranormais através de teorias plausíveis de um ponto de vista científico. Os cientistas noéticos têm como objetivo fundir os até então contraditórios ciência e fé e trazer ao mundo uma grande iluminação, uma espécie de epifania na sociedade.
A ciência noética é ainda pouco conhecida mas, por agradar a maioria dos pontos de vista simultaneamente, é muito bem aceita e tem crescido rapidamente.
Do site de Vera Pessota colhemos as seguintes informações:
"Existe um Instituto em Petaluma - Califórnia, fundado pelo astronauta Edgar Mitchell, da Apolo 14, em 1973, após uma extraordinária experiência que ele teve, quando de seu retorno à Terra. Mitchell sentiu que a separação entre mente, matéria e espírito se dissolve em uma experiência de unidade. Como um cientista bem treinado, ele sabia que um dia a ciência compreenderia a totalidade e a interconecção que ele vivenciou, mas primeiro teria que aprender como acessar níveis mais profundos da consciência humana e compreender as forças do coração e da mente, que vão muito além da moldura puramente racional.
Depois de fundado, o Instituto- IONS, atua nesta Missão de ser uma organização de pessoas engajadas mundialmente na pesquisa e na educação, criando a ponte entre ciência e espiritualidade. "No Institute of Noetic Sciences, advogamos o estudo do potencial humano, especialmente no laboratório da experiência humana. A ciência moderna não descobriu como explorar plenamente estes domínios, embora o poder transformativo deles seja universalmente evidente".
Ao longo da História e em culturas de todo o globo, encontramos uma infinidade de narrativas sobre modos mais elevados de ser, seja na cura na transformação, na criatividade, desempenho humano e no renascimento espiritual. "Estamos trabalhando, portanto, para legitimar as Ciências Noéticas através da combinação de rigoroso estudo científico e acadêmico, alianças interdiciplinares, pesquisas fora da linha tradicional e uma multiplicidade de atividades educacionais e editoriais": Nesta área compreendem:
- Aptidões humanas excepcionais
- Saúde e cura do corpo- mente
- Meditação
- Metafísica da Ciência Moderna
- A força da intenção, da atenção e da Intuição
- Viver conscientemente/ morrer conscientemente
Portanto, a Teoria da Ciência Noética é um ramo da Filosofia metafísica que trata do estudo da mente e da intuição, e sua relação com o intelecto divino.
Curiosamente a Ciência Noética ainda é muito confundida com esoterismo."
No Brasil, há uma representação do IONS (Institute of Noetic Sciences. Você pode se filiar ao IONS - São Paulo através do escritório de representação, entrando em contato com Rosana Ades, coordenadora do IONS, pelo telefone (11) 3064.4630, às 2as. feiras, das 14h às 18h ou através dos emails: ions@willisharmanhouse.com.br ou rosagades@uol.com.br, ou através deste site.
Espero ter contribuido um pouco sobre o conhecimento desta chamada ciência noética.
A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de Hollywood anunciou na manhã desta terça-feira a lista de filmes que disputam o maior prêmio do cinema mundial. A divulgação dos indicados foi feita ao vivo pela atriz Anne Hathaway, acompanhada pelo presidente da associação, Tom Sherak, direto de Beverly Hills.
Neste ano, a categoria melhor filme terá dez candidatos. Os escolhidos foram:
Melhor filme Avatar, de James Cameron Guerra ao Terror, de Kathryn Bigelow Bastardos Inglórios, de Quentin Tarantino Amor sem Escalas, de Jason Reitman Preciosa, de Lee Daniels Um Homem Sério, de Ethan e Joel Coen Up - Altas Aventuras, de Pete Docter e Bob Peterson Um Sonho Possível, de John Lee Hancock Educação, de Lone Scherfig Distrito 9, de Neill Blomkamp
Melhor diretor Kathryn Bigelow (Guerra ao Terror) James Cameron (Avatar) Lee Daniels (Preciosa) Jason Reitman (Amor sem Escalas) Quentin Tarantino (Bastardos Inglórios)
Melhor ator Jeff Bridges (Crazy Heart) George Clooney (Amor sem Escalas) Colin Firth (Direito de Amar) Morgan Freeman (Invictus) Jeremy Renner (Guerra ao Terror)
Melhor atriz Sandra Bullock (Um Sonho Possível) Helen Mirren (The Last Station) Carey Mulligan (Educação) Gabourey Sidibe (Preciosa) Meryl Streep (Julie & Julia)
Ator coadjuvante Matt Damon (Invictus) Woody Harrelson (O Mensageiro) Christopher Plummer (The Last Station) Stanley Tucci (Um Olhar do Paraíso) Christoph Waltz (Bastardos Inglórios)
Atriz coadjuvante Penélope Cruz (Nine) Vera Farmiga (Amor Sem Escalas) Maggie Gyllenhaal (Crazy Heart) Anna Kendrick (Amor Sem Escalas) Mo’Nique (Preciosa)
Roteiro original Guerra ao Terror Bastardos Inglórios O Mensageiro Um Homem Sério Up – Altas Aventuras
Roteiro adaptado Distrito 9 Educação In the Loop Preciosa Amor Sem Escalas
Fotografia Avatar A Fita Branca Harry Potter e o Enigma do Príncipe Guerra ao Terror Bastardos Inglórios
Montagem Avatar Distrito 9 Guerra ao Terror Bastardos Inglórios Preciosa
Direção de arte Avatar O Mundo Imaginário do Doutor Parnassus Nine Sherlock Holmes The Young Victoria
Figurino O Brilho de uma Paixão Coco Antes de Chanel O Mundo Imaginário do Doutor Parnassus Nine The Young Victoria Maquiagem Il Divo Star Trek
Música original Avatar O Fantástico Sr. Raposo Guerra ao Terror Sherlock Holmes Up – Altas Aventuras
Canção original The Weary Kind (Crazy Heart) Loin de Paname (Faubourg 36) Take It All (Nine) Down in New Orleans e Almost There (A Princesa e o Sapo)
Som Avatar Guerra ao Terror Star Trek Up – Altas Aventuras Bastardos Inglórios
Efeitos sonoros Avatar Guerra ao Terror Bastardos Inglórios Star Trek Up – Altas Aventuras
Efeitos visuais Avatar Distrito 9 Star Trek
Longa de animação Coraline O Fantástico Sr. Raposo A Princesa e o Sapo The Secret of Kells Up – Altas Aventuras
Filme estrangeiro A Fita Branca, de Michael Haneke (Áustria) O Profeta, de Jacques Audiard (França) A Teta Assustada, de Claudia Llosa (Peru) O Segredo dos seus Olhos, de Juan Jose Campanella (Argentina) Ajami, de Yaron Shani (Israel)
Assista um documentáro sobre o desenvolvimento dos games, desde os primeiros na década de 70, bidimensionais. Muito elucidativo.
Comentário do Blogenaro:
Acompanho o desenvolvimento dos games desde o primeiro, o Pong, que vi e joguei pela primeira vez na casa de um amigo no início da década oitenta, do século passado (ver imagem do jogo abaixo).
De lá para cá, passando por Sonic, Mario e outros jogos em duas dimensões, depois com a evolução do gráficos (principalmente com a partir do desenvolvimento dos PC´s), a inclusão de jogos em primeira pessoa e em simulação de 3D, os games passaram a se tornar uma indústria que fatura quase ou mais do que a própria indústria cinematográfica.
A discussão que se trava desde então, é se os games ajudam a aumentar a violência, visto que de simples passatempo inocente (como o Pong) se tranformaram em jogos onde a morte violenta é o objetivo. Se não foi hábil para matar, não passa de fase e o jogo no evolui (Game Over).
Jogo games desde então e confesso que já tive quase todas as plataformas. Pong, Odissey de Phillips, Atari, Nintendo, Mega Drive, Play 1, Dreamcast, Play 2, e atualmente, Xbox360. Tenho 47 anos e curto os games como os meus filhos, que estão na faixa dos 20 e se criaram jogando comigo. Jogamos além das consolas, em PC´s cuidadosamente configurados para um bom desempenho em jogos, cada vez mais exigentes em processador, memória e placa gráfica. Todavia, com mais de 25 anos jogando games, não me considero uma pessoa mais ou menos violenta do que seria se não jogasse. Nem meus filhos. A vantagem que consegui em que eles passassem a sua infância e adolecência em volta de atividades que eu também fazia, e não se desviaram para as drogas e outros vicios (estes sim) tão perniciosos para o ser humano.
Também não os deixei abandonar as atividades físicas e sociais, complementando sua formação.
Portanto, entendo que o fato de terem jogado videogames (inclusive violentos como Call of Dutty, Medal of Honra, e GTA) não infuenciaram em nada o caráter dos meninos.
Os criticos dirão: O Mundo está violento e pode ser causa do incentivo a violência por parte dos games!!!. Eu respondo: Quando o Mundo não foi violento??? No século passado (apenas) tivemos duas grandes guerras que quase dissimaram a Europa e o Japão, matando milhares de pessoas por motivos absolutamento fúteis - Poder.
E nos séculos anteriores: As lutas pelas Independencias, as lutas por conquistas, a escravidão, os Imperios matando para subjugar povos, etc; tudo isto sem o evento do videogame. Há violência no mundo, desde que o homem saiu das cavernas e se reuniu em sociedades organizadas. Isto é um fato cinetífico comprovado. O homem, a sua natureza, é violenta. As normas sociais e que impedem que a violência impere, nada mais!!!
Mais: Quando eramos crianças e não tínhamos videogame, brincávamos de que??? Bang-Bang, simulando os filmes da época e... matando virtualmente!!!! A sonoplastia do tiro era com a boca, e diversas vezes tinhamos que entrar em luta corporal para fazer a valer a regra de quem tinha "atirado" primeiro. E mais distante ainda, no Imperio Romano??? O jogos eram dos gladiadores e quem ganhava era quem sobrevivia (de verdade!!!!).
Com tudo isso, dizer que o videogame poderá aumentar a violência de uma pessoa, é desconhecer os fatos. Quem é violento o é, com ou sem videogame!!!!
Do Blog do Reinaldo Azevedo sobre a atitude do governo brasileiro, reclamando e "rosnando" sobre o protagonismo americano no caso da devastação do Haiti e a sua mobilização para ajudar àquele país destruido por um violento terremoto. Tenho opinião semelhante.
"Leiam um texto intitulado “Rottweiler sem dentes”, que está hoje na Folha. Volto em seguida:
O Brasil mudou de complexo. Antes, abrigava n’alma o de vira-lata, segundo Nelson Rodrigues, o notável escafandrista da alma brasileira. Agora, na crise haitiana, mostra complexo de rottweiler. Pena que não tenha dentes. Refiro-me à ciumeira de autoridades brasileiras em relação a rápida e decidida ação do governo norte-americano. O ministro da Defesa, Nelson Jobim, reage com pura masturbação diplomática, ao dizer que se trata de “assistencialismo unilateral”.
Qualquer pessoa que não tenha perdido o senso comum sabe que os haitianos não estão preocupados com a cor do assistencialismo, se unilateral, bilateral, multilateral. Querem que funcione.
No aeroporto da capital, está funcionando, conforme relato desta Folha: “Depois que os americanos assumiram o aeroporto, os voos aumentaram e também o envio de medicamentos e alimentos”.
É claro que precisa haver coordenação, como cobra o chanceler Celso Amorim, mas é bobagem resmungar sobre os Estados Unidos assumirem um papel mais relevante que o das forças da ONU. É brigar com os fatos da vida. Os EUA podem mais que qualquer outro país, o que é escandalosamente óbvio.
Ajuda-memória aos resmungões, extraída do texto de Sérgio Dávila: os EUA enviaram vários navios da Guarda Costeira com helicópteros, o porta-aviões Carl Vinson, com 19 helicópteros, 51 leitos hospitalares, três centros cirúrgicos e capacidade de tornar potáveis centenas de milhares de litros de água por dia.
Nos próximos dias, chegam mais dois navios com helicópteros e uma força-anfíbia com 2.200 fuzileiros e um navio-hospital.
O Brasil tem condições de chegar a um décimo disso? Não. Então que pare de rosnar e reforce o seu pessoal no Haiti, que fez e está fazendo notável trabalho, dentro de seus limites bem mais modestos.
Comento Não é meu, não. É de Clóvis Rossi, da Folha. Quando se trata de avaliação política, não me lembro de ter concordado com Rossi antes. E ele e seus admiradores podem ficar tranqüilos: não pretendo macular a sua reputação junto a certo leitorado — e, eventualmente, eleitorado — elogiando-o. Em benefício de Rossi, farei de tudo para que isso não aconteça. E sei que alguns se esquecerão de ligar a tecla SAP para ler o texto.
Ocorre que há circunstâncias em que as pessoas que têm compromisso com os fatos — independentemente do lugar que ocupem no espectro ideológico ou das opiniões que tenham sobre isso ou aquilo — são obrigadas a constatar… os fatos!!!
A canalha esquerdopata se fingiu de chocada quando escrevi o texto “Haiti: palco e atoleiro”, em que acusei, de pronto, o assanhamento protagonista de Lula. Escrevi depois um outro texto afirmando que não será a tragédia a me impedir de pensar. Alguns pessoas até de boa fé e muitos bocós vieram me dar conselhos: “Pô, numa hora como essa, você diz essas coisas; os haitianos estão precisando…” Como se eu estivesse contra o auxílio àqueles pobres coitados, vítimas dos homens, vítimas da natureza…
Não! Eu sou favorável à ajuda, é evidente. Eu só percebi a mobilização assanhada para tentar desempenhar o papel de um grande líder — e nada posso fazer, a não ser relatar a vocês o que vejo, se fui mais rápido do que os outros; admito que tem acontecido com freqüência. Acontece que a tragédia era imensamente maior do que a jactância de Lula e Celso Amorim. Pedia a intervenção de alguém acostumado a se comportar como sede do Império (alguns acham ruim; eu, como sou imperialista, acho bom). Em questão de horas, os EUA tinham conseguido mobilizar recursos para nós inimagináveis porque intangíveis — não, melhor usar uma palavra mais forte: INEXISTENTES.
E Celso Amorim fez o quê? Começou a rosnar. Ficou à beira de gritar: “Abaixo o imperialismo” quando os EUA resolveram botar ordem no caos do espaço aéreo, uma precondição para se tentar fazer alguma coisa no espaço terrestre, onde o inferno persiste. E passou a bater os pezinhos de anão enciumado (refiro-me à sua estatura interna, não à externa, como sempre). A inenarrável tragédia haitiana abria uma janela de oportunidades para o nosso… protagonismo!!! Ou melhor: “deles”. Abro uma janela para falar nos soldados brasileiros e retorno ao ponto.
Os soldados brasileiros Não! Isso nada tem a ver com o duro trabalho, certamente heróico, dos nossos soldados naquele país. Muitos perderam a vida. Mesmo antes do terremoto, faziam um trabalho meritório, embora lutassem, NÃO POR VONTADE DAS FORÇAS ARMADAS, a guerra errada. Já estavam lá por causa desse complexo de rottweiler desdentado, enviados pelo governo Lula. Nelson Jobim diz agora que o Brasil deve ficar mais cinco anos por lá… Ele está chutando. Se não sabia, no caos relativo, quanto tempo permaneceríamos nos comportando como polícia em Cité Soleil, como vai saber agora, no caos absoluto? Ele fala o que lhe dá na telha.
A ONU, para não variar, largou o Haiti ao Deus-dará. E o Brasil ficou pendurado na brocha. Nos quase seis anos de intervenção, quase nada havia mudado por lá. O país continuava praticamente sem instituições. As tropas da ONU, lideradas pelos soldados brasileiros, já se viam obrigadas a intervir, militarmente mesmo, em confrontos armados entre gangues. Antes desse terremoto, houve outros, só que políticos. A pá de cal no país foi jogada por um ex-padre esquerdista, doidivanas e, tudo indica, ladrão também chamado Jean-Bertrand Aristide, que governou o país, pela última vez, entre 2001 e 2004. A grande idéia deste cretino para evitar a instabilidade militar foi extinguir as Forças Armadas… Sabem o que isso significava e significa? Que as forças da ONU haviam assumido esse papel. Cinco anos? Jobim não tem noção do que está falando. Agora, Aristide diz estar pronto para deixar seu conforto na África do Sul, onde está exilado, e voltar ao país. Será que sobrou alguma cadeia na parte do país não atingida pelo terremoto?
Retorno ao ponto A crítica política — assim como a econômica, a gastronômica ou outra qualquer — não deve ser insensível aos dramas humanos. Ao contrário: a rigor, eles são a razão essencial que nos leva a escrever sobre qualquer assunto: de um tratado de engenharia a um tratado moral. Em tese ao menos, estamos todos empenhados em melhorar a vida do homem.
E uma das formas que a crônica e a análise política têm de demonstrar a sua sensibilidade é acusar a manipulação, a marquetagem, a patifaria. O mundo viu o senhor Celso Amorim tentando medir forças com o governo dos EUA para ver quem iria liderar a ajuda ao Haiti. O gigante não entendeu, até agora, o que é integrar forças da ONU. Por qualquer razão, ele passou a se comportar como uma espécie de governo de fato do Haiti, cobrando que os EUA lhe dessem satisfações sobre os seus atos. É um despautério.
O Haiti pede todos os esforços que estiverem ao nosso alcance. Mas nem aquela tragédia terá feito o número de mortos que um terremoto humano no Sudão chamado Omar Hassan al-Bashir já fez. Este é o nome do ditador daquele país: responde por, ATENÇÃO!!!, 300 MIL MORTOS. E o Brasil de Celso Amorim, não o nosso, nega-se sistematicamente a votar contra o déspota na ONU. Ao contrário: já atuou para protegê-lo. Por quê? Porque quer o apoio dos países islâmicos, especialmente árabes, para ser membro permanente do Conselho de Segurança. Entenderam?
Em nome do protagonismo, o governo Lula tanto pode ignorar os 300 mil mortos de Darfur como pode reivindicar uma espécie de mando sobre os estimados 100 mil mortos do Haiti. Montanhas de cadáveres não são fronteira para as ambições de Lula e Celso Amorim.
E eu continuarei a chamar as coisas pelo nome que as coisas têm. Ainda que isso aborreça muita gente. É o compromisso que tenho firmado com os meus leitores."
Simbolo Perdido, O Autor: BROWN, DAN Tradutor: ABREU, FERNANDA Editora: SEXTANTE FICÇAO Assunto: LITERATURA ESTRANGEIRA
ISBN: 8599296558 ISBN-13: 9788599296554 Livro em português Brochura 1ª Edição - 2009
Sipnose:
Depois de ter sobrevivido a uma explosão no Vaticano e a uma caçada humana em Paris, Robert Langdon está de volta com seus conhecimentos de simbologia e sua habilidade para solucionar problemas. Em 'O Símbolo Perdido', o professor de Harvard é convidado às pressas por seu amigo e mentor Peter Solomon - eminente maçom e filantropo - a dar uma palestra no Capitólio dos Estados Unidos. Ao chegar lá, descobre que caiu numa armadilha. Não há palestra nenhuma, Solomon está desaparecido e, ao que tudo indica, correndo grande perigo. Mal'akh, o sequestrador, acredita que os fundadores de Washington, a maioria deles mestres maçons, esconderam na cidade um tesouro capaz de dar poderes sobre-humanos a quem o encontrasse. E está convencido de que Langdon é a única pessoa que pode localizá-lo. Vendo que essa é sua única chance de salvar Solomon, o simbologista se lança numa corrida alucinada pelos principais pontos da capital americana - o Capitólio, a Biblioteca do Congresso, a Catedral Nacional e o Centro de Apoio dos Museus Smithsonian. Neste labirinto de verdades ocultas, códigos maçônicos e símbolos escondidos, Langdon conta com a ajuda de Katherine, irmã de Peter e renomada cientista que investiga o poder que a mente humana tem de influenciar o mundo físico. O tempo está contra eles. E muitas outras pessoas parecem envolvidas nesta trama que ameaça a segurança nacional, entre elas Inoue Sato, autoridade máxima do Escritório de Segurança da CIA, e Warren Bellamy, responsável pela administração do Capitólio. Como Langdon já aprendeu em suas outras aventuras, quando se trata de segredos e poder, nunca se pode dizer ao certo de que lado cada um está.
Trecho de O Símbolo Perdido, de Dan Brown
Capítulo 1
O elevador Otis que subia a coluna sul da Torre Eiffel estava lotado de turistas. Em seu interior abarrotado, o austero executivo de terno bem passado baixou os olhos para o menino ao seu lado.
- Você está pálido, filho. Devia ter ficado lá embaixo.
- Estou bem… - respondeu o garoto, esforçando-se para controlar a própria ansiedade. - Vou descer no próximo andar. - Não consigo respirar.
O homem chegou mais perto.
- Pensei que a esta altura você já tivesse superado isso. - Ele acariciou com afeto a bochecha do filho.
O menino estava com vergonha por desapontar o pai, mas mal conseguia escutar qualquer coisa, tamanho o zumbido em seus ouvidos. Não consigo respirar. Preciso sair de dentro desta caixa!
O ascensorista estava dizendo alguma coisa tranquilizadora sobre os pistons articulados e a estrutura de ferro forjado do elevador. Muito abaixo deles, as ruas de Paris se estendiam em todas as direções.
Estamos quase chegando, disse o menino para si mesmo, esticando o pescoço e erguendo os olhos para a plataforma de desembarque. Aguente firme.
À medida que o elevador se aproximava num ângulo acentuado do deque de observação, o poço se estreitava, e seus enormes tirantes se contraíam formando um túnel apertado, vertical.
- Pai, eu acho que não…
De repente, um estalo abrupto ecoou acima dele. O elevador deu um tranco e pendeu para um dos lados, desequilibrado. Cabos esgarçados começaram a chicotear em volta do compartimento, agitando-se feito cobras. O menino estendeu a mão para o pai.
- Pai!
Durante um segundo aterrorizante, seus olhares se cruzaram.
Então o fundo do elevador se soltou.
Robert Langdon teve um sobressalto, despertando assustado daquele sonho diurno semiconsciente. Estava sentado sozinho em sua macia poltrona de couro na imensa cabine de um jatinho corporativo Falcon 2000EX que atravessava aos solavancos uma área de turbulência. Ao fundo, ouvia-se o zumbido constante dos dois motores Pratt & Whitney.
- Sr. Langdon? - O alto-falante chiou acima dele. - Estamos na fase final de aproximação.
Langdon se endireitou no assento e tornou a guardar as notas da palestra dentro da bolsa de viagem de couro. Estava no meio de uma revisão da simbologia maçônica quando havia cochilado. Desconfiava que o sonho sobre o pai já falecido tivesse sido causado pelo inesperado convite, recebido naquela manhã, de seu antigo mentor, Peter Solomon.
O outro homem que nunca vou querer decepcionar.
O filantropo, historiador e cientista de 58 anos havia se tornado o protetor de Langdon quase 30 anos antes, preenchendo sob muitos aspectos o vazio deixado pela morte do pai. Apesar da influente dinastia familiar e da imensa fortuna de Solomon, Langdon encontrou humildade e calor humano em seus suaves olhos cinzentos.
Do lado de fora da janela, o sol havia se posto, mas Langdon ainda podia distinguir a silhueta esguia do maior obelisco do mundo, erguendo-se acima do horizonte como a coluna de um antigo relógio de sol. O obelisco de quase 170 metros de altura revestido de mármore marcava o centro daquela nação. A partir dele, a meticulosa geometria de ruas e monumentos se espalhava por todas as direções.
Mesmo vista de cima, Washington exalava um poder quase místico.
Langdon adorava aquela cidade e, quando o jatinho tocou o solo, sentiu uma animação crescente em relação ao que o dia lhe reservava. A aeronave taxiou até um terminal privado em algum lugar em meio à vastidão do Aeroporto Internacional Dulles e parou.
Langdon juntou suas coisas, agradeceu aos pilotos e emergiu do interior luxuoso do jatinho para a escada dobrável. O ar frio de janeiro dava uma sensação de liberdade.
Respire, Robert, pensou ele, apreciando os grandes espaços abertos. Uma manta de bruma branca cobria a pista de pouso e, ao descer para o asfalto enevoado, Langdon teve a sensação de estar pisando em um pântano.
- Olá! Olá! - chamou uma voz melodiosa com sotaque britânico. - Professor Langdon?
Langdon ergueu os olhos e viu uma mulher de meia-idade, de crachá e com uma prancheta na mão, caminhando apressada em sua direção, acenando alegremente enquanto ele se aproximava. Cabelos louros cacheados despontavam de baixo de um estiloso gorro de lã.
- Bem-vindo a Washington, professor!
Langdon sorriu.
- Obrigado.
- Meu nome é Pam, do serviço de atendimento a passageiros. - A mulher falava com uma exuberância quase perturbadora. - Se quiser me acompanhar, seu carro está aguardando.
Langdon a seguiu pela pista em direção ao terminal exclusivo, cercado por reluzentes jatinhos privados. Um ponto de táxi para os ricos e famosos.
- Sem querer constrangê-lo, professor - disse a mulher, um pouco encabulada -, o senhor é o Robert Landgon que escreve livros sobre símbolos e religião, não é?
Langdon hesitou, mas assentiu com a cabeça.
- Bem que eu achei! - disse ela, radiante. - Meu grupo de leitura leu o seu livro sobre o sagrado feminino e a Igreja! Ele provocou um escândalo delicioso! O senhor gosta mesmo de soltar a raposa no galinheiro!
Langdon sorriu.
- Criar escândalo não foi bem a minha intenção.
A mulher pareceu perceber que Langdon não estava disposto a conversar sobre o próprio trabalho.
- Desculpe. Olhe eu aqui falando. Sei que o senhor provavelmente está cansado de ser reconhecido… mas a culpa é toda sua. - Com ar brincalhão, ela indicou as roupas que ele usava. - O seu uniforme o entregou.
Meu uniforme? Langdon baixou os olhos para examinar as próprias roupas. Estava usando seu suéter grafite de gola rulê, um paletó de tweed Harris, uma calça cáqui e sapatos fechados de couro de cabra… seu traje padrão para aulas, palestras, sessões de fotos e eventos sociais.
A mulher riu.
- Essas golas rulês que o senhor usa são muito fora de moda. O senhor ficaria bem melhor de gravata!
De jeito nenhum, pensou Langdon. Pequenas forcas.
Quando Langdon estudava na Academia Phillips Exeter, o uso da gravata era obrigatório seis dias por semana e, apesar da visão romântica do diretor, segundo a qual a origem da gravata remontava à fascalia de seda usada pelos oradores romanos para aquecer as cordas vocais, Langdon sabia que, do ponto de vista etimológico, gravata na verdade vinha de um bando de cruéis mercenários croatas que amarravam lenços em volta do pescoço antes de partir para a batalha. Até hoje, esse antigo traje de combate é usado por guerreiros corpo - rativos modernos, que esperam intimidar os inimigos nas batalhas diárias das salas de reunião.
- Obrigado pelo conselho - disse Langdon com uma risadinha. - Daqui para a frente, vou pensar em usar gravata.
Por sorte, um homem de aspecto profissional vestindo um terno escuro desceu de um Lincoln estacionado junto ao terminal e chamou seu nome.
- Sr. Langdon? Sou Charles, da Beltway Limusines. - Ele abriu a porta traseira. - Boa noite. Bem-vindo a Washington.
Langdon deu uma gorjeta a Pam para lhe agradecer pela hospitalidade e, em seguida, entrou no interior luxuoso do carro. O motorista lhe mostrou os controles da calefação, a água mineral e o cesto de muffins quentinhos. Segundos depois, o Lincoln já seguia por uma rua de acesso exclusivo. Então é assim que vive a outra metade.
Enquanto disparava pela Windsock Drive, o motorista consultou a lista de passageiros e deu um telefonema rápido.
- Aqui é da Beltway Limusines - disse ele, com eficiência profissional. - Recebi instruções para confirmar quando meu passageiro tivesse aterrissado. - Ele fez uma pausa. - Sim, senhor. Seu convidado, Sr. Langdon, já chegou e eu o estou levando para o prédio do Capitólio. Devemos chegar lá antes das sete. De nada, senhor. - E desligou.
Langdon teve de sorrir. Ele pensou em todos os detalhes. A atenção que Peter Solomon dedicava às minúcias era uma de suas maiores qualidades, algo que lhe permitia administrar com aparente facilidade seu considerável poder. Alguns bilhões de dólares no banco também não fazem mal.
O professor se acomodou no confortável assento de couro e fechou os olhos à medida que o ruído do aeroporto ia ficando para trás. A viagem até o Capitólio demoraria meia hora, e ele ficou satisfeito por ter esse tempo sozinho para or - ganizar os próprios pensamentos. Tudo havia acontecido tão depressa naquele dia que só agora Langdon tinha começado a pensar a sério na incrível noite que tinha pela frente.
Chegando sob um véu de mistério, pensou ele, divertindo-se com a ideia. A pouco mais de 15 quilômetros do Capitólio, uma figura solitária se preparava ansiosamente para a chegada de Robert Langdon.
A secretária de Estado dos Estados Unidos, Hillary Clinton, propôs hoje que os países industrializados levantem US$ 100 bilhões por ano para um fundo destinado a ajudar os países pobres a combater os efeitos do aquecimento global. A proposta de Hillary vem à tona em um momento no qual negociadores de mais de 190 países promovem os últimos esforços em busca de um acordo durante a conferência climática promovida pela Organização das Nações Unidas (ONU) em Copenhague.
Horas depois de chegar à capital dinamarquesa, Hillary disse que o plano envolveria dinheiro público e privado. A quantia sugerida pela secretária de Estado está bem acima do inicialmente proposto pelos países ricos. A chanceler norte-americana ressalvou, no entanto, que os EUA participarão desse fundo somente se todas as grandes economias do mundo se ativerem a uma série de condições, entre elas a redução transparente e verificável das emissões de gás carbônico. "Se não houver compromisso de transparência em alguma escala, não haverá acordo", declarou Hillary. "Cem bilhões de dólares é muito dinheiro. Isso pode proporcionar efeitos tangíveis", afirmou.
Antes da proposta de Hillary, um delegado dinamarquês declarou que as negociações de um novo acordo climático global em Copenhague estão emperradas e as chances de um de que ele aconteça são pequenas, embora, disse, ainda há esperança de que um pacto seja alcançado.
A 15ª conferência climática termina amanhã. Representantes de 193 países estão em Copenhague para negociar um novo acordo para fazer frente ao aquecimento global. A expectativa inicial era que um eventual pacto pudesse ser selado amanhã, quando cerca de 120 chefes de Estado e de governo estarão reunidos em Copenhague.
No entanto, essa perspectiva vem sendo frustrada pela persistência do impasse entre os países industrializados e as nações em desenvolvimento com relação às metas de redução de emissões e ao financiamento de programas para que os países pobres possam enfrentar os efeitos das mudanças climáticas. As informações são da Dow Jones.
Anda circulando na Internet um texto, aparentemente de autoria de uma professora da UFRJ, Aileda de Mattos Oliveira Prof.ª Dr.ª de Língua Portuguesa que traça um retrato do que, em parte, penso a respeito da situação política nacional.
Não sou dos que se alineam de que quanto pior melhor. Não sou opositor doentio, àquele que não enxerga nos adversários ou contrários nenhuma virtude. Tenho reconhecido em vários artigos os acertos nas políticas econômicas e na melhor distribuição de renda para os brasileiros, por parte deste governo. Mas não se pode negar que entre os acertos, vivemos numa irrealidade de um lider forjado num molde que é perigoso. Aparentemente o molde é do Getúlio Vargas e JK, mas na verdade o molde tem o rostro de Chaves e Morales.
Mas vamos ao texto que recebi de um leitor:
LULA, FILHO DO BRASIL
Chega-nos ao conhecimento mais uma demonstração de desequilíbrio psíquico do pífio representante da nação brasileira. A partir de sua ascensão, foram-se perdendo valores que cultivávamos como habituais normas de conduta. Essas mudanças são consequências das alterações semânticas, aceitas pelos órgãos jornalísticos, hoje, também, pouco afeitos à limpidez das idéias. Tais alterações são produtos dos erros de raciocínio e da falta de intimidade vocabular, que a incontinência verbal do senhor feudal, pela repetição, torna-as vernaculares. Tudo isso, aliado à esperteza de um espírito pusilânime, tem o poder de corromper os alicerces de todos os poderes da República.
Se a mentira passa à verdade; se o corrupto contumaz deve ser respeitado por não ser um homem comum; se uma organização terrorista, que inferniza os trabalhadores rurais, torna-se uma instituição lutadora em defesa dos direitos dos sem-terra, é transformar os antônimos negativos em palavras representativas de uma nova ética em curso.
Para que se consuma o novo dicionário da sordidez política brasileira, necessário se torna conhecer, a fundo, em todas as dimensões, o seu autor, personagem central de sua própria propaganda político-eleitoreira. O autoendeusamento torna-o réu confesso do desequilíbrio de que acima nos referimos. Considerar-se a si próprio Filho do Brasil, é exigir a legítima paternidade, a um país que já sofreu todos os vexames do filho que não passa de um bastardo. Como se não bastasse as ofensas de sua diplomacia, ofende-se mais ainda a nação, anunciando a sordidez de cobrar do país a herança que acredita ter direito e pretende obtê-la, através da delegação de poderes de seus iguais, nas urnas em 2010. É mais uma indenização cobrada ao país, considerado culpado pelo filho ilegítimo, pela tendência inata de sua família, de não ter vocação para o trabalho. O filme que ilustra a vida do responsável pela obra de estropiamento da língua, “coincidentemente” será levado à exibição em primeiro de janeiro de 2010.
Regredimos ao populismo desenfreado do brizolismo e percebemos, claramente, a existência de dois Brasis: o que trabalha e estuda para o desenvolvimento nacional e o que vive de estelionato político, sorvendo os impostos pagos pelo primeiro dos Brasis. Em toda imoralidade, encontra-se a logomarca da Globo, que não pode perder dividendos, mesmo que seja patrocinando um retorno aos filmes da velha fase macunaímica da miséria colorida. Não há outro digno representante deste (para mim) repugnante personagem da baixa estima brasileira, criação de Mário de Andrade, que o etílico Lula.
Alguém da escória da personagem do filme em questão deve ter sido o idealizador do título e da narrativa. O embriagado de álcool e de poder tomou posse do Brasil e está alijando, aos poucos, a parte consciente da sociedade, mas ainda sonolenta, para os esconsos vãos que se tornarão guetos dentro em pouco, se não tomarmos uma veemente atitude. Já imagino este filmeco sendo veiculado no agreste, nos sertões, arrebanhando os ingênuos e estimulando-os ao analfabetismo, à bebida e à rebelião. A pressão para um conflito entre brasileiros está se fazendo prenunciar no horizonte. Esta indecência de filme, se consentirmos, se não reagirmos, se não clamarmos contra a mídia que lhe dará vida, poderá servir de estopim para tomadas de posição sérias que não vão deixar de fora a guarda particular do ébrio presidente: o MST.
Como dizem os traficantes do Rio, "está tudo dominado". Eles sabem o que dizem, infelizmente. Tudo está dominado, porque está corrompido pelo dinheiro fácil em troca da traição e da sabotagem. Apenas por patriotismo, sem levarmos nenhuma vantagem, porque pertencemos a outro grupamento ético, que não leu o glossário lulista, sabotemos o filmeco do palhaço de Garanhuns, desde já, para que, no ato da divulgação, caia no ridículo o Filho bastardo do Brasil, que bem poderia ser o Filho de outra coisa que já sabemos o que é. Embora não pareça, o caldeirão da divisão de classes já começou a esquentar. Como não tem a coragem de seu comparsa Chávez e é um poltrão como o Zelaya, usa desses artifícios ultrapassados, mas que caem como uma luva sobre a multidão de ignorantes do interior do país.
Aileda de Mattos Oliveira Prof.ª Dr.ª de Língua Portuguesa Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)
O Ministério da Saúde (MS) suspendeu através da Portaria n° 2872 de 19 de Novembro de 200, o repasse de recursos para 326 municípios referentes aos programas Saúde da Família, Saúde Bucal e Agentes Comunitários de Saúde. A interrupção no pagamento se deve a irregularidades no cadastro profissional das equipes responsáveis pelo atendimento à população. Em termos percentuais, significa que 6% dos municípios do país não receberão, este mês, a verba da Atenção Básica referente ao mês de outubro. Ao todo, foram encontradas 2.126 irregularidades no cadastro de equipes de Saúde da Família, Saúde Bucal e Agentes Comunitários de Saúde.
A sanção valerá até que as irregularidades sejam sanadas. As secretarias municipais têm prazo de até seis meses para regularizar a situação e retomar os benefícios, inclusive de forma retroativa, de modo a não trazer ônus aos municípios. A principal irregularidade detectada no cadastro de profissionais do Sistema de Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (SCNES) diz respeito à duplicidade de funcionários. Isso porque muitas vezes os profissionais mudam de local de trabalho, mas as secretarias municipais de Saúde não informam o desligamento da tarefa anterior, coincidindo de um servidor aparecer duas vezes no cadastro, o que é proibido pelos programas.
Desta forma, o MS suspende o cadastro mais antigo até que o município faça a atualização do cadastro. Outra irregularidade é referente ao não preenchimento de vagas em aberto por um período de até 90 dias após a saída de um profissional. A região Nordeste apresentou o maior número de irregularidades no cadastro dos profissionais; são 128 cidades com alguma anormalidade. A região Sudeste aparece em segundo lugar, com 94 municípios. O Sul, por sua vez, tem 49 cidades nesta circunstância, seguido pelo Norte com 38 cidades com erros cadastrais e a região Centro Oeste, com apenas 17.
Já em relação aos estados que apresentaram o maior número de funcionários em situação irregular destacam-se Minas Gerais (56), Bahia (47), Paraná (21), São Paulo (21), Pará (18), Santa Catarina (18), Pernambuco (17), Paraíba (16), Maranhão (14) e Rio Grande do Norte (11).
A suspensão da verba destinada aos municípios é feita mensalmente. Segundo a assessoria do Ministério da Saúde, o objetivo é manter a ordem no sistema e assegurar transparência nos repasses de recursos para a Atenção Básica nos municípios. Ainda de acordo com a assessoria do órgão, na maioria das vezes, os municípios regularizam rapidamente a situação.
O bloqueio dos repasses foi publicado no Diário Oficial da União de ontem (sexta-feira), com os nomes dos municípios e o número de equipes com cadastro irregular e, conforme a portaria, passou a vigorar na data de sua publicação.
Atenção Básica
As transferências aos municípios são repassadas do Fundo Nacional de Saúde para o Fundo Municipal de Saúde e são calculados com base na população dos municípios. No Piso de Atenção Básica Fixo (PAB-Fixo) o valor é de R$ 18,00 por habitante. No PAB-Variável o valor é calculado de acordo com a adesão aos programas dentro do bloco de atenção primária (Saúde da Família, Saúde Bucal, Agentes Comunitários de Saúde, Núcleos de Apoio à Saúde da Família).
O gerenciamento dos recursos repassados pelo Ministério da Saúde é de responsabilidade do município. A transferência do governo soma-se aos recursos que são de contrapartida dos municípios. Cada secretaria municipal de saúde pode decidir qual a melhor maneira de gerenciar o orçamento. É também responsabilidade das secretarias selecionar os profissionais que atuarão nos programas.
Os programas Saúde da Família, Saúde Bucal e Agentes Comunitários de Saúde compõem a Atenção Básica à Saúde, que tem como princípios fundamentais a integralidade, qualidade, equidade e participação social. As equipes da Saúde da Família são compostas, no mínimo, por um médico de família, um enfermeiro, um auxiliar de enfermagem e seis agentes comunitários de saúde. Quando ampliadas contam também com um dentista, um auxiliar de consultórios dentários e um técnico em higiene dental.
O Brasil possui hoje um contingente de 29.896 equipes de Saúde da Família, que estão presentes em 5.241 municípios, cobrindo 50,1% da população brasileira, o que corresponde a cerca de 94,1 milhões de pessoas. Já as equipes de Saúde Bucal são 18.482, e estão presentes em 4.664 municípios, atendendo a 88,4 milhões de pessoas. O programa Agentes Comunitários de Saúde, por sua vez, tem um grupo de trabalho composto por 231.359 profissionais. Eles atendem a quase totalidade dos municípios brasileiros, 5.339 cidades, e prestam assistência a 114,1 milhões de pessoas.
Muncípios do RS atingidos pela medida:
Alvorada Esmeralda Herval Nova Petrópolis Panambi Picada Café Santa Vitória do Palmar São José do Norte Sinimbu Tupanciretã
Parece um sonho, mas ter 300 orgasmos diários foi um pesadelo durante muito tempo na vida de inglesa Michelle Thompson. A mulher, hoje com 43 anos, já perdeu emprego e marido devido a seu "probleminha". Mas, agora, ela enfim achou seu par.
Michelle sofre de uma doença chamada "Síndrome de Excitação Sexual Persistente" e, garante, tem 300 orgasmos diários. Calcule: é cerca de um orgasmo a cada 4,8 minutos!
- Eu sei que tenho sorte de ter tantos orgasmos quando há mulheres que nunca tiveram um. Mas a condição arruinou a minha vida amorosa - explica, de acordo com o "News of the World".
Tem gente que reclama de mulher frígida, mas o problema de Michelle era bem outro. Quem resolveu a parada foi o resistente Andrew Carr, de 32 anos (reparem que "Andrew" é "André", em inglês). Com o novo amado amante, a fogosa jura que faz sexo 10 vezes ao dia.
Antes de achar o "andré" para sua vida, Michelle procurou namorados, sem sucesso. Ela conta que mesmo os "garanhões" que prometiam saciá-la acabaram implorando para que ela parasse.
Meteram (literalmente) a mão na Irlanda, na repescagem contra a França, por vaga no Mundial de 2010. Um escândalo!!!! E a FIFA reitera que a decisão do árbitro é sobreana. Quando será que esta entidade arcaica, conservadora e burra vai reconhecer a vantagem de se utilizar de maios eletrônicos para fazer JUSTIÇA nas decisões de árbitros e que os resultados não estejam condicionados a erros estúpidos como estes, prejudicando toda uma nação????
A série A Família Walton, também conhecida por Os Waltons, foi criada por Earl Hamner Jr., baseada no livro Spencer's Mountain e no filme homônimo de 1963, com Henry Fonda e Maureen O'Hara.
Hamner viveu sua infância em Schuyler (Virginia) e dali retirou muitas histórias que foram apresentadas na série, onde o principal cenário é a Montanha Walton. A cidade, próxima de Rockfish, Virginia, é mencionada frequentemente no programa, bem como a cidade de Charlottesville.
A série A Família Walton foi exibida pela rede CBS entre 1972/81, totalizando 221 episódios, e surgiu após o sucesso de um filme feito para a televisão, chamado "The Homecoming: A Christmas Story" (1971).
Depois do fim da série, mais três filmes para a tevê foram exibidos em 1982 e três durante a década de 1990.
Atualmente, A Família Walton vem sendo reprisada no canal Hallmark dos EUA e do Reino Unido, além de ter sido lançada em DVD nos EUA.
O tema central da série é a vida de uma família no meio rural da Virginia (EUA), na época da Grande Depressão e depois da Segunda Guerra Mundial. Bem sucedida, a série dramática foi criada para contrastar com as sitcoms (comédias de situação como I Love Lucy), que mostravam famílias urbanas e seus problemas de uma grande metrópole.
Os executivos da Lorimar Television trabalharam para enfatizar dois pontos na série: o local onde as histórias se passam e o período em que elas ocorriam (a Grande Depressão). Desta forma, os produtores conseguiram transmitir ao público exatamente o clima que buscavam, ou seja, nostalgia e sentimentalismo muito fortes, apoiados pela excelente trilha sonora de Jerry Goldsmith.
Com isso, foi possível tratar de assuntos como crescimento dos filhos, namoro, casamento, escola, universidade, emprego, nascimento, envelhecimento, doença e morte, com mais seriedade e dramaticidade.
A Série
Uma família rural americana, constituída do casal John e Olivia Walton, seus sete filhos e os pais de John, Zebulon "Zeb" Tyler e Esther Walton, se esforça para viver decentemente durante as crises advindas da Grande Depressão e da Segunda Guerra Mundial. Sobrevivem apenas com o dinheiro ganho na serraria localizada na Montanha Walton, mantida por John Walton, Vovó Esther e Vovô Zeb, que são ajudados pelos filhos.
As aventuras e desventuras da família Walton é contada sob o ponto de vista de John Boy, o filho mais velho (17 anos), que aspira se tornar jornalista e novelista. Mesmo com toda a pobreza e dificuldades que a família encontra ao longo dos episódios, os Waltons lutam com muita união e conservam grandes sonhos.
Ocasionalmente, outros personagens bem carismáticos precisam de ajuda da hospitaleira família dos Walton. A montanha é habitada por numerosos personagens folclóricos, tais como as excêntricas irmãs Baldwin, que fabricam um tipo de aguardente muito apreciado pelos homens da comunidade, o casal dono do armazém e correio (Ike e Cora Beth Godsey); xerife Ep Bridges; Verdie Foster (uma trabalhadora mulher negra); e o ladrão de galinhas Yancy Tucker.
Na famosa cena que aparece ao final de todos os episódios, a casa da família é mostrada com as luzes apagadas durante o anoitecer, exceto uma janela no andar superior. Ouve-se brevemente as vozes de John Boy e Mary Elle comentando, na maioria das vezes de forma bem-humorada, os fatos narrados no episódio. Após, eles se despedem sempre da mesma maneira: "Boa Noite John Boy"; "Boa noite Mary Ellen".
Elenco
John Walton é o patriarca dos Waltons e trabalha na serraria da família. Normalmente, ele é mostrado com um bom e sábio homem, mas é também teimoso, impetuoso e sempre pronto para um novo desafio. Soldado veterano da Primeira Guerra Mundial, John não é muito religioso, algo que contrasta com a sua esposa Olívia.
Olivia Walton é calma, paciente e esposa amorosa, ao contrário de seu marido John, que é participativo e incisivo. Ela é de natureza gentil (disciplinadora quando preciso), e, como a vovó, envolvida com atividades da Igreja Batista. Por isso, Olívia é sempre a primeira pessoa que motiva os outros a ajudar estranhos e amigos em dificuldades.
Vovô Walton é chamado de "Zeb" pela esposa Esther. Ele passa seus dias ajudando John na serraria ou pescando, cochilando, ensinado ou brincado com as crianças. É muito ativo, com uma personalidade vibrante e sábia. Veterano da Guerra com a Espanha (assim como o próprio ator Will Geer na vida real), é um botânico amador. O personagem faleceu durante a 6ª Temporada, em função do falecimento do ator Will Geer. Assim como Geer e Martha Corrinne, a morte dos atores levou ao mesmo destino os respectivos personagens na série, não sendo substituídos por outros.
Vovó Esther tem um temperamento forte e sempre briga pelo que acha certo. Assim como seu marido, ela também serve de conselheira para a família e os amigos. Ficou conhecida pela expressão "Good Lord!" ("Bom Deus!", geralmente dita em momentos de surpresa, indignação ou ambos) e "You old fool!" ("Você é um velho tolo!", quando quer provocar seu marido). Ela é a organista da igreja. Em 1977, a atriz Ellen Corby sofreu um derrame, que passou para a história da personagem da Vovó. Ela deixou de ser um personagem recorrente depois da última metade da 5ª Temporada.
John Boy
John Walton Jr., melhor conhecido como "John Boy", é o filho mais velho dos sete filhos do casal John e Olivia. Frequentemente escreve pensamentos sobre sua família, amigos e as circunstâncias em torno deles. Geralmente dócil e um pouco quieto, John Boy revela por vezes possuir o mesmo temperamento do seu pai. Em várias ocasiões ele fica na defensiva ou frustrado. John Boy é muito conhecido por escrever em revistas e jornais. É o protagonista da série, geralmente abrindo e fechando os episódios, narrados ao estilo de "flashback". Durante a série, John se muda para Nova Iorque, se alista no exército e tem seus planos mudados. No filme "A Walton Wedding", se casa com uma amiga escritora, Janet.
Jason Walton é o segundo filho mais velho, um introvertido músico que passa os dias compondo canções para violão ou piano, algumas apresentadas no programa. No começo da 3ª Temporada, Jason entra para o Conservatório Musical de Kleinberg para aprender teoria muical e composição. Na temporada seguinte, ele arruma um emprego como músico do bar local chamado Dew Drop Inn. Na 5ª Temporada, Jason entra para a Guarda Nacional Americana.
Mary Ellen Walton é a terceira e a filha mais velha na linha por idade. Nas primeiras temporadas, ela é mostrada rebelde, imatura e um pouco masculinizada. David Doremus entra para a série como seu namorado "G.W." Haines. Ao casar com Curt, Mary perdeu algumas de suas características iniciais e se tornou mais madura. No início ela mantinha uma rivalidade com uma garota rica da cidade, Martharose Coverdale, que disputava G.W com ela. Na 5ª Temporada, Mary se casou com Curt Willard, o novo médico que veio para a cidade. Na última temporada, ela é vista com o professor de faculdade chamado "Jonesy".
Erin Walton é muito próxima de sua irmã Mary Ellen. É considerada a mais bonita da família e não gosta muito de estudar. Se apaixonou muitas vezes. Deixou a família para trabalhar como telefonista na 5ª Temporada e mais tarde terminou seus estudos. Se tornou secretária e casou-se com Paul Northridge, mas acabou se divorciando.
Ben Walton gosta de se meter em encrencas e fazer dinheiro fácil, tendo sempre que ser repreendido pelo seu pai. Tem dois filhos com uma garota chamada Cindy.
James Robert Walton, conhecido por Jim-Bob, é o mais jovem dos meninos. Ele é fascinado por voo e quer ser piloto; contudo, a necessidade de usar óculos prejudica seus sonhos. Ele se torna um mecânico de motores e abre sua própria oficina. Ele é proximo da irmã Elizabeth e teve várias namoradas, incluindo a filha adotiva de Ike e Cora Beth, Aimee Godsey. Jim-Bob tinha um irmão gêmeo, Joseph Zebulon Walton, que morreu no nascimento.
Elizabeth Walton começou na série como uma criança. Ela é muito falante, sensível e sempre escolhida para ser a babá de seus primos. Ao término da série, Elizabeth já era uma adolescente.
Corabeth Walton Godsey é uma prima distante de John, que chegou à montanha logo após a morte da mãe. Ela se casa com o amigo Ike Godsey e ambos adotam uma filha, Aimee. O casamento foi sem amor e por conveniência para diminuir a solidão de ambos. Corabeth é excêntrica, aspirante a dama da sociedade e uma dona-de-casa insatisfeita. Corabeth é vítima frequente de alcoolismo, depressão e alguma infidelidade.
Um notebook modelo Aspire Timeline 1810TZ, da Acer, parece ter encontrado uma solução para problemas de duração de bateria.
Segundo testes feitos pelo site RegHardware, o produto, que tem seis células de bateria lítio-ion, rodando Windows 7, tem autonomia de vida útil de quase 160 horas, ou então, seis dias e meio.
O número foi constatado após o uso contínuo durante um dia em uma conferência. Ao final, viu-se que aidna restavam 41% da bateria, o que significava, segundo informações do sistema operacional, 65h29min de duração.
Ao fazer as contas, o pessoal do site notou que a vida útil do notebook era de quase uma semana. Mas eles dão o aviso: será que não foi um bug do Windows 7?
CLIMA Foi confirmada na manhã desta sexta-feira a sexta morte em decorrência do temporal de ontem no Rio Grande do Sul. Vitor Hugo Silvestre, de 45 anos, morreu ontem à noite no Hospital da Ulbra, em Tramandaí, Litoral Norte, vítima de politraumatismo, segundo informou a direção da instituição.
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Ele estava em sua casa, em Cidreira, no momento do temporal, o muro da casa desabou e ele foi atingido. Por volta das 19h, e levado ao Hospital da Ulbra, mas não resistiu aos ferimentos.
As outras vítimas
A primeira vítima fatal do temporal foi Marilu Santos de Azambuja atingida pela queda de parte da fachada de um prédio antigo, na esquina das Avenidas Pernambuco e Brasil, no Bairro Navegantes, em Porto Alegre. Em Canoas, a queda de um muro vitimou o operário Eduardo da Silva Berneira.
Jorge Marcelo de Brito Camargo, de 29 anos, foi a terceira vítima do temporal. Por volta das 13h30min, ele saía de casa, no bairro Restinga, em Porto Alegre quando foi atingido por uma árvore. Em Capivari do Sul, Pedro da Silva Rosa morreu no distrito de Santa Rosa, às 13h, atingido por um galho enquanto dirigia trator.
A quinta morte registrada foi a do militar João Luís de Mattos, 47 anos. Por volta das 16h, quando os ventos e a chuva já haviam cessado, o terceiro sargento da Aeronáutica foi cortar o galho de uma árvore, dentro do V Comando Aéreo Regional (V Comar), em Canoas. Conforme o registro, João caiu e foi atingido pela motosserra que usava. O caso foi registrado na 4ª DP de Canoas, que vai apurar o fato.
A Microsoft liberou nesta quarta-feira (18/11) o Office 2010 Beta, primeira versão de testes pública do novo pacote de aplicativos de produtividade. O lançamento vinha sendo aguardado há alguns dias, desde que a empresa começou e enviar e-mails convidando usuários em todo o mundo para testar o novo aplicativo. O anúncio foi feito esta manhã, durante a PDC09, conferência para desenvolvedores que acontece em Los Angeles (EUA). A empresa também anunciou a versão beta do SharePoint 2010.
O download está disponível na página da Microsoft. Contudo, o idioma do software, nesta fase de teste público, está em inglês, informa o gerente-geral da divisão de produtividade e colaboração da Microsoft, Eduardo Campos de Oliveira. “Estamos ampliando a estratégia de testes do novo aplicativo, que já está sendo usado pelo grupo MVP [Most Valuable Professional], e que agora chega ao público em geral”, diz.
Campos diz que apesar de o Office 2010 Beta ter sido exaustivamente testado, ainda podem existir bugs. Por esse motivo, a Microsoft aconselha que o aplicativo não seja utilizado em ambientes de produtividade. “Entendemos que os aficionados por tecnologia e os early adopters são o público adequado para usar o Beta porque entendem os riscos e podem colaborar nos dando retorno sobre problemas encontrados e sugerindo ajustes”. Segundo ele, a versão beta do Office 2010 está praticamente completa, mas ainda existem funcionalidades que não estão disponíveis.
Novidades
Segundo Campos, o Office 2010 Beta poderá ser instalado em praticamente todos os PCs atualmente em uso já que não se trata de um devorador de recursos. A nova versão da suíte, diz, está mais leve e é mais rápida. Dentre as principais novidades, Campos chama a atenção para a interface.
Não espere nada contundente com foi a introdução da Ribbon, com o Office 2007, mas o usuário encontrará ajustes que vão exigir um período de adaptação. A mudança mais visível é a inclusão da nova caixa de ferramentas no Outlook – inexplicavelmente, a Ribbon ficou de fora do aplicativo.
Campos destaca ainda a maior integração do Office 2010 com a nuvem. Segundo ele, o botão que dava acesso ao Office backstage na versão 2007 ganhou novas funcionalidades, inclusive para aproveitar as vantagens do Office Online – versão web gratuita dos principais softwares que compõem o Office e que chegam para competir com o Google Apps. Infelizmente, algumas dessas funções só estão disponíveis para usuários do Windows Live nos Estados Unidos.
O recurso de impressão no backstage também foi melhorado e o SharePoint irá facilitar a co-autoria de documentos, possibilitando que mais de um usuário edite documentos simultaneamente. A versão 64 bits do Excel amplia o poder de processamento de planilhas mais complexas e será de grande utilidade principalmente para empresas. “Já temos alguns clientes grandes no Brasil que estão usando o Office 2010 por uma questão de necessidade”, diz Campos sem contudo revelar o nomes dessas empresas.
Compatibilidade
O Office 2010 Beta pode ser instalado em um computador que já tenha uma versão anterior do Office instalada e ambas podem ser usadas indistintamente. Contudo, adverte Campos, o aplicativo Outlook será um só – o da versão Beta.
Por conta disso, caso o usuário opte por remover a versão beta da suíte, ele terá de reinstalar o Office original para restaurar o acesso ao Outlook. Os dados (e-mails, agendas e contatos, contudo, serão preservados). Com previsão de lançamento da versão final do Office 2010 para meados do ano que vem, Campos diz que a versão beta da suíte deve funcionar “por menos de um ano”.
La seleccion uruguaya se clasificó al Mundial de 2010 con un empate contra Costa Rica en 1 gol.
Con el resultado obtenido en el pais caribeño (1 a 0 para Uruguay) y el empate de hoy, los celestes sellaron el pasaporte para Sudafrica y disputará el Mundial 2010.
Especialistas convocados não conseguiram quebrar a segurança da urna eletrônica que será usada pelo Tribunal Superior Eleitoral nas Eleições 2010.
Os testes com hackers realizados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com as urnas eletrônicas que serão usadas nas Eleições 2010 terminaram sem que o sistema que contabiliza os votos fosse comprometido.
Segundo comunicado no site do TSE, os 38 especialistas convocados pelo órgão para testar a segurança do sistema não conseguiram comprometê-lo durante os testes, que aconteceram entre os dias 10 e 13 de novembro.
No último dia de testes, o TSE afirma que especialistas da Procuradoria Geral da República (PGR), do Tribunal Superior do Trabalho (TST) e da Polícia Federal (PF) tentaram invadir a urna eletrônica para alterar contagem de votos e fraudar eleições por diferentes métodos, mas não tiveram sucesso.
O representante da Polícia Federal tentou, sem sucesso, alterar as informações em cartões de memória que alimentam a urna eletrônica, mudando os votos antes mesmo do eleitor se apresentar à sua seção eleitoral.
Os especialistas do TST tiveram como estratégia alterar o boletim da urna, que imprime a comprovação do voto.
O plano teve relativo sucesso, mas a impressão fraudulenta não saia do mesmo tamanho da impressão original, o que comprometeria o sigilo da invasão.
Já os especialistas da PGR tentaram, também sem sucesso, substituir o sistema operacional original da urna eletrônica, baseado em Linux, para que pudessem controlar todos os processos do equipamento.
É a primeira vez que o TSE expõe o sistema de segurança da urna eletrônica à avaliação técnica antes da votação.
Segundo o secretário de Tecnologia da Informação do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Giuseppe Janino, a falta de sucesso nos testes prova que eleitores não devem se preocupar com a segurança do sistema.
Como último passo do processo, o ministro do TSE, Ricardo Lewandowski, anunciará na próxima sexta-feira (20/11) os vencedores dos três prêmios em dinheiro para as melhores sugestões técnicas que sofistiquem a segurança da urna eletrônica.
Os prêmios serão de cinco mil reais, três mil reais e dois mil reais.
Comentário do Blogenaro
Nõ há dúvidas que o Brasil avançou, como poucos países no mundo, na tecnologia em relação às eleições.
Num país com as dimensões continentais como o Brasil., com mais de 150 milhões de eleitores, a contagem de votos e o anúncio dos eleitos se dá em poucas horas, sem a necessidade de um enorme contingente de pessoas fazendo contagem manual (com todo o risco de erro que está inserido na manualização de votos em papel e sua contagem).
A dúvida que sempre pairou no ar, e que o Brizola se debatia permanentemente, era se o processo é seguro, livre da possibilidade de fraude eletrônica. O TSE tem garantido todos estes anos que o processo é seguro sim, e que o risco de haver influência humana no cômputo do resultado (fraudando-o) é inexistente.
Mas a dúvida sempre perdurou, visto que os sistemas mais complexos do mundo, como o da NASA e da CIA já foram alvos de hackers, assim como os sistemas bancários que deviam primar pela invioabilidade.
Como já trabalhei na empresa que dá suporte às eleições e fui responsável pela manutenção das operações das urnas eletrônicas no RS durante duas eleições, posso garantir que as urnas são invioláveis até porque não têm (durante o processo de votação) nenhuma conexão com rede ou com a internet (que poderia ser o acesso remoto dos hackers) e o programa, até hoje (como vimos na matéria acima) não conseguiram quebrar o código de segurança.
Esta música está fazendo sucesso na América Latina, nos EUA e na Europa. Raro não ter entrado ainda no Brasil. Para quem gosta de uma mistura de RAP, Rumba e música latina...
O que acontecerá com as comunidades no novo orkut? Meus amigos continuarão na página? Os testemunhos sumirão?
As dúvidas acima são reais. Estão espalhadas por sites e (micro) blogs desde que, hoje, o Google anunciou uma reformulação na rede social mais popular do Brasil, o orkut.
Tanta curiosidade por parte dos usuários nacionais é explicada pelo ingresso restritivo na nova versão. Como estratégia para promover o produto online, o Google informou que a entrada ao novo orkut só pode ser feita por meio de convites.
Cada usuário selecionado terá direito a espalhar cinquenta convites. E para por aí. Neste ritmo, segundo a expectativa da companhia, a migração de todos os usuários para a nova plataforma deve ser concluída até o fim do primeiro semestre de 2010.
Diante de tantos “desamparados” neste lançamento, INFO Online faz uma análise das principais mudanças no novo orkut. Confira:
Algumas coisas não mudam: Antes de iniciar a bateria de transformações, vale ressaltar que os dados dos usuários, bem como fotos, amigos, vídeos, aplicativos e mensagens não sofrem alteração alguma na migração da versão velha para a nova. As comunidades também continuam da mesma forma.
O sumiço de itens da barra superior: Lembra dos ícones “Páginas de recados”, “Amigos” e “Comunidades” na barra superior? Não existem mais. Agora, a parte superior conta apenas com duas opções: “Início” e “Perfil”. Na nova versão, os “Amigos” (sim, todos eles) ficam no canto direito, com uma barra de rolagem e um campo de busca para identificá-los. Abaixo e com o mesmo funcionamento, estão as comunidades, que perderam destaque; o atalho para a lista completa das atualizações delas (o popular “gerenciamento”) está menos dinâmico, com um pequeno dizer de ‘gerenciar’ em cima dos ícones.
Nova organização e destaque para atualizações: Antes presentes na parte inferior dos perfis, as atualizações dos usuários passaram a ser centralizadas na página inicial. Outra mudança na disposição dos elementos é que a página de recados fica exposta nos perfis, logo abaixo das informações básicas dos usuários – uma caixa colorida, personalizável, que diz detalhes de localização, citação, relacionamento e aniversário.
Upload de fotos em massa mais veloz e edição: O novo orkut inova ao deixar que o usuário insira legendas enquanto as imagens estão sendo armazenadas no perfil. É possível também fazer edições básicas nas fotos, como girá-las e escolher quem pode visualizar cada uma delas. Na apresentação do recurso, os executivos do Google Brasil enfatizaram a importância das fotos à rede social: cerca de 30 milhões de fotos são processadas por dia no orkut.
Testemunhos feitos em vídeo: As declarações sobre outros usuários, os chamados “testemunhos” ou “testmonials”, também podem ser feitos por vídeo no novo orkut. Basta adicionar uma URL de um vídeo no YouTube. Há ainda a possibilidade de completar o espaço com texto e emoticons.
Formatações de texto: Na hora de enviar mensagens, os usuários podem incrementar seus textos com emoticons, cores e fontes. O mesmo vale na hora de editar o próprio perfil.
Um “sobre mim” com maior liberdade: Para dizer a que veio na rede social, o usuário pode usar uma série de ferramentas. É possível, agora, além de usar variadas opções de fonte, inserir vídeos e aplicativos na descrição do próprio perfil. A parte negativa disso é que as informações dos gostos pessoais dos usuários, como “música” e “cinema” perdem a importância e ficam ocultadas. Tais dados só conseguem ser visualizados pelo ícone “mais informações” dentro de cada perfil, que redireciona para uma página idêntica a antiga.
Comentários em vídeos: Os vídeos colocados via YouTube ganharam uma lista completa, isto é, não possuem várias páginas de divisão. E todos eles podem ser comentados por usuários do orkut, de modo que ficam separados dos comentários presentes no site de vídeos.
“Conte algo para seus amigos”: A exemplo do “What’s on Your Mind” do Facebook, o orkut dá mais relevância ao seu ícone de enviar mensagens a todos seus amigos. Não há mais a ‘trava’ que deixava o processo de atualização menos atrativo. Bem destacada, a barra de “conte algo para seus amigos” fica na parte superior do perfil. Basta escrever um pensamento, apertar ‘enter’ e a atualização é entregue ao seu círculo social.
Título: 1001 Dias que Abalaram o Mundo Autor: Wood, Michael; Furtado, Peter Editora: Sextante Dados Técnicos: I.S.B.N.: 9788599296455 Cód. Barras: 9788599296455 Reduzido: 2850610 Altura: 21 cm. Largura: 16 cm. Profundidade: 7 cm. Acabamento : Brochura Edição : 1 / 2009 Idioma : Português País de Origem : Brasil Número de Paginas : 960
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Do Big Bang à recente eleição do primeiro presidente negro dos Estados Unidos - passando por catástrofes naturais, descobertas científicas, escândalos políticos, conquistas sociais, revoluções, guerra e movimentos culturais -, 1001 dias que abalaram o mundo conta a história da humanidade através de 1001 momentos-chave causados pelas mãos do homem ou pela ação implacável da natureza.Organizado pelo historiador Peter Furtado e escrito por um time internacional de historiadores, jornalistas e cientistas, este livro é indispensável para qualquer pessoa que queira conhecer e compreender melhor o mundo em que vivemos.
PABLO PICASSO (Málaga, 25 de outubro de 1881 — Mougins, 8 de abril de 1973)
Pablo Picasso, na verdade se chamava Pablo Diego José Francisco de Paula Juan Nepomuceno María de los Remedios Cipriano de la Santísima Trinidad Ruiz y Picasso foi o artista mais famoso e também o mais versátil do século 20, nasceu em Málaga, no sul da Espanha, em 25 de outubro de 1881. O pai era professor de desenho, portanto o óbvio talento de Picasso foi reconhecido desde cedo e, aos quinze anos, tinha já o seu próprio ateliê.
Após um falso início como estudante de arte em Madri e um período de Boêmia em Barcelona, Picasso fez a sua primeira viagem a Paris em outubro de 1900. A cidade continuava a ser a capital artística da Europa e foi lar permanente do artista desde abril de 1904, quando ele se mudou para o prédio apelidado de Bateau-Lavoir (Barco-Lavanderia), em Montmartre, a partir daí o novo centro da arte e da literatura vanguardista.
Durante este período, o trabalho de Picasso foi relativamente convencional, passando de uma Fase Azul melancólica (1901-05) para a Fase Rosa, mais alegre e delicada (1905).
A mudança de estado de espírito pode ter se originado em parte pela sua ligação com Fernande Olivier, seu primeiro grande amor. Na vida de Picasso, as mulheres e a arte estão inexplicavelmente misturadas, o surgimento de uma nova mulher freqüentemente sinalizava uma mudança de direção artística.
Embora os trabalhos de Picasso estivessem começando a ter sucesso comercialmente, ele decidiu abandonar seu estilo "Rosa". Em 1907, inspirado pelas esculturas ibérica e africana, pintou Les Demoiselles d'Avignon, um dos grandes trabalhos liberadores da arte moderna. Divertindo-se com uma nova liberdade pictórica, Picasso, junto com o pintor francês Georges Braque, criou o Cubismo, em que o mundo visível era desconstruído em seus componentes geométricos. Este foi comprovadamente o momento decisivo em que se estabeleceu um dogma fundamental da arte moderna - o de que o trabalho do artista não é cópia nem ilustração do mundo real, mas um acréscimo novo e autônomo. Graças ao Cubismo, a liberdade do artista estendeu-se também aos materiais, de foram que os meios tradicionais como a pintura e a escultura puderam ser suplementados ou substituídos por objetos colados nas telas, ou "montagens" de itens construídos ou "achados".
Ao contrário de alguns contemporâneos seus, Picasso nunca chegou a criar uma arte puramente abstrata. De fato, sua versatilidade o mantinha um salto adiante de seus admiradores, muitos dos quais se surpreenderam quando ele voltou a pintar figuras mais convencionais e depois, no início da década de 1920, desenvolveu um estilo neoclássico monumental. Coincidentemente ou não, em 1918 se casara com a bailarina Olga Koklova, e adotara um estilo de vida exageradamente próspero e respeitável - mas que ele achava cada vez mais aborrecido.
Em 1925, Picasso começou a pintar formas deformadas, violentamente expressivas, que eram em parte uma resposta às suas dificuldades pessoais. A partir desta época, seus trabalhos se tornaram cada vez mais multiformes, empregando - e inventando - uma variedade de estilos como nenhum outro artista havia tentado antes. Foi também um escultor criativo (algumas autoridades o consideram o maior expoente da arte no século 20), e mais tarde dedicou-se à cerâmica com grande entusiasmo. Em qualquer veículo que se expressasse, sempre foi imensamente prolífero, criando em toda a sua vida milhares de obras.
No final da década de 1930, quando o impulso criativo de Picasso parecia finalmente estar enfraquecendo, os acontecimentos o levaram a criar o seu quadro mais famoso: Guenica. Esta obra foi uma resposta aos horrores da Guerra Civil Espanhola. o conflito começou em julho de 1936 com um golpe militar liderado pelo General Francisco Franco, representando os elementos fascistas, tradicionalistas e clericais do país, contra a República Espanhola e seu governo eleito da Frente Popular (centro-esquerda).
Ao estourar a guerra, Picasso imediatamente declarou seu apoio à República, levantando enormes quantias em prol da causa e aceitando pintar um grande mural para o pavilhão espanhol na Exposição Internacional de 1937, em Paris. Ainda não havia começado quando soube que, em 26 de abril de 1937, aviões nazistas, enviados por Hitler para ajudar Franco, tinham bombardeado e arrasado a cidade de Guernica. Picasso pôs-se imediatamente a trabalhar nos esboços preliminares para Guernica e depois pintou a enorme tela em cerca de um mês (maio/junho de 1937). Ela foi a expressão máxima não só do sofrimento espanhol como do impacto devastador dos armamentos modernos de guerra sobre suas vítimas em todas as partes do mundo.
Apesar de tudo, os republicanos perderam a guerra civil, e Picasso ficou exilado da sua terra natal para oresto da sua longa vida. Durante a segunda Guerra Mundial, ele ficou na Paris ocupada pelos alemães, proibido de expor mas sem que ninguém o molestasse seriamente.
Depois da libertação de Paris, Picasso ingressou no Partido Comunista, e durante alguns anos certas obras suas foram declaradamente políticas; mas ele era também uma celebridade internacional, residindo na região onde os ricos iam se divertir no sul da França. Em seguida a uma série de ligações amorosas, ele finalmente casou-se pela segunda vez, agora com Jacqueline Roque, em 1961 e levou uma vida cada vez mais retirada. Artisticamente prolífero até o fim da vida, morreu aos 91 anos em 8 de abril de 1973.
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